Após o processo de formatação das latas, passando pela moldagem do alumínio até a formação do pescoço (neck), passamos ao processo de impressão, como já citado o Dry Off Set, a imagem positiva é criada em uma placa de impressão em relevo de foto polímero usando um processo fotográfico e a tinta (à base de resina) é aplicada na imagem em relevo por dois rolos, após serem entintados por uma série de outros rolos. (Nota: cada cor possui sua estação de rolo de tinta própria denominada tinteiro). Posteriormente Cada cor é transferida para uma blanqueta comum emborrachada de impressão que é montada no tambor da blanqueta, sendo que a imagem é transferida para a parede da lata em uma única operação.
Sendo que após toda essa operação, a lata ainda recebe um verniz transparente para a proteção e brilho, fazendo com que também facilite o deslocamento no processo de envase.
É importante lembrarmos que temos um ganho de ponto, aproximadamente de 20 a 30% nesse processo de impressão, com que faça que temos um “entupimento” de tinta se esse tipo de informação não for levada em consideração.
Podemos acompanhar abaixo a interferência que o ganho de ponto:

Outro ponto interessante a ser lembrado, é que devemos evitar impressão no neck, pois existe uma área de grande distorção fazendo com que não tenhamos resultados agradáveis.Também existe resistência sobre o uso de dégradé nesse processo de impressão, ou seja, as imagens são sempre reticuladas fazendo com que seja levando em consideração esse tipo de informação na hora da criação, e um óptimo exemplo são latas conceito desenvolvidas para o chá Nestea (criação da agência www.letters-numbers.com), utilizando áreas de chapado:

Apostilas sobre tal:
Book_de_latas-abralatas_2006.pdf e
Guia_de_criacao_de_uma_Latinha.pdf(texto retirado de http://www.artesfinais.com/)